Aprovar uma ação
O que parou e por quê
Section titled “O que parou e por quê”
Quando uma execução para, ela aparece na Fila humana. A tela mostra três coisas, e a primeira é a que importa:
Os argumentos exatos que serão enviados. Não uma descrição do que o agente pretende fazer — o conteúdo real da chamada.
A regra que parou. Pode ser a escada de efeito, o rastro de conteúdo externo, ou uma política com código e motivo.
O que a execução fez até ali. A trilha inteira, para você entender o caminho e não só o último passo.
Onde você é perguntado
Section titled “Onde você é perguntado”Um pedido de aprovação sempre existe no console — é lá que a fila humana vive, e nada nesta seção muda isso. O que o dono do agente escolhe é se ele também chega por mensagem direta do bot do Slack.
Marque “Também mandar por mensagem direta do bot” no agente, aba Governança. Sem nomear ninguém, recebem as pessoas com Aprovador num escopo que contém o run. Nomeando, recebem só essas — entre as que já podem decidir.
Nomear é endereçar, não autorizar. O botão é conferido contra o escopo do run onde quer que seja apertado, então nomear alguém sem o grant não dá poder nenhum: essa pessoa é simplesmente tirada da lista, e fica registrado que a lista do agente não alcança ninguém que possa decidir.
A escolha é versionada com o agente. Um run obedece o que a versão que ele fixou pediu — mudar o agente hoje não muda como um run de ontem é anunciado.
Para a DM sair, três coisas precisam existir: uma conexão de canal, o escopo
im:write no app do Slack, e a conta da pessoa vinculada. Quem não tem vínculo
simplesmente não é alcançado, e o motivo fica registrado.
Se a instalação tem mais de uma conexão e o run não está em nenhuma área com conversa configurada, nada é enviado: não há como saber de qual workspace falar, e adivinhar mandaria o run de uma empresa para o Slack de outra. Configure uma conversa para aquele escopo, ou deixe uma conexão só habilitada.
Aprovar libera aquela chamada
Section titled “Aprovar libera aquela chamada”Aprovar vale para aquela chamada, com aqueles argumentos. Não liga a ferramenta, não vale para a próxima vez, não cria exceção. A execução seguinte para de novo.
É por isso que ler os argumentos é o trabalho, e não uma formalidade. A pergunta não é “esse agente é confiável?” — é “essa chamada específica deve acontecer?”.
Quando a resposta certa não é aprovar
Section titled “Quando a resposta certa não é aprovar”Aprovar dez vezes seguidas a mesma coisa é um sinal, não uma rotina. Significa que a política daquela área está errada — ou porque para algo que deveria passar, ou porque quem aprova parou de decidir.
Nos dois casos o conserto é a política, não o clique.
E o contrário também vale: se uma chamada te surpreendeu, recuse e vá olhar a instrução do agente. Recusar não é punir o agente — é o mecanismo dizendo que algo não estava previsto.
Recusar é informação
Section titled “Recusar é informação”Uma recusa fica registrada com quem decidiu. Se a execução puder continuar sem aquela ação, ela continua; se não, ela para com a recusa na trilha.
Quem escreveu o agente vê isso e aprende o que o mundo real trouxe que o ensaio não trouxe.
Casos de uso
Section titled “Casos de uso”O conteúdo veio de um chamado
Section titled “O conteúdo veio de um chamado”Uma execução leu o texto de um chamado e agora quer escrever. Ela para, porque o que veio de fora carrega marca.
O que olhar: se o que vai ser escrito reflete o chamado, ou se reflete algo que o texto do chamado pediu ao agente. A segunda é a tentativa de instrução dentro de conteúdo, e a resposta é recusar.
Num chamado governado do Gravitee, confira também o painel fixo de evidência: assinatura, dono da aplicação, API, plano, estado atual e expiração pedida. A aceitação é recusada se o snapshot remoto mudar depois que esse painel foi produzido. A API key fica ausente de propósito; ela é recuperada no Gravitee depois da aceitação, nunca pelo card de aprovação.
Se o chamado disser Verificação manual necessária, não aprove de novo, não repita a operação e não emita outra chave. Confira aquela assinatura no Gravitee. O FuseOne mantém a execução original reservada e continua observando por leitura; quando o resultado remoto puder ser provado, a mesma thread do Slack recebe a resposta confirmada.
O agente quer apagar alguma coisa
Section titled “O agente quer apagar alguma coisa”Efeito destrutivo é bloqueado por padrão. Se ele chegou até você, alguém abriu por política.
O que olhar: o alvo exato nos argumentos. Destrutivo é a única categoria em que não dá para desfazer depois de aprovar.
Você não entende a chamada
Section titled “Você não entende a chamada”Recuse. Uma aprovação que você não consegue explicar não é uma aprovação — é uma assinatura.
O que a plataforma para sozinha está em O que a plataforma para antes de acontecer, e como escrever a regra que muda isso está em Políticas.