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Ler uma execução

Uma execução terminada: a trilha selada passo a passo, o veredito do Gate em cada chamada e o painel de integridade

Cada passo é selado contra o anterior. Nada é editado depois — uma correção é um passo novo.

Isso significa que a trilha não é uma versão simplificada do que aconteceu. É o que aconteceu, e é a mesma leitura que um auditor faz.

PassoO que significa
O modelo propôsO agente decidiu tentar alguma coisa
O Gate decidiuA avaliação, com o veredito e a razão
Orçamento reservadoO custo estimado foi separado antes da chamada
Ferramenta chamadaSaiu de verdade, com os argumentos
Ferramenta respondeuO que voltou, e se veio marcado como externo
Execução terminouO fim, com a razão

Argumentos e resultados não ficam no passo — o passo guarda referência e digest, e o conteúdo vive onde retenção e apagamento alcançam. Por isso abrir um passo é um ato deliberado, e por isso um conteúdo apagado aparece como apagado e não como vazio.

Quando aprendizado de memória está ligado, uma execução com entrada humana pode começar com uma chamada de plataforma a $fuseone.memory.find antes do primeiro passo O modelo propôs. Isso não é uma proposta de modelo faltando. É a busca inicial de memória registrada como chamada normal de ferramenta, para que os labels de proveniência continuem viajando pela execução.

É a pergunta mais comum, e a trilha responde de formas diferentes:

Terminou normalmente — o agente respondeu. A resposta final fica no armazenamento de conteúdo, e a trilha diz isso.

O modelo não propôs outra ação — ele devolveu texto em vez de chamar uma ferramenta ou a ação de finish, então a execução estacionou para inspeção. Se o texto dizia “vou prosseguir”, o agente pretendia continuar e não continuou: é caso de ajustar a instrução para chamar a ferramenta agora.

Parou esperando alguém — está na fila humana.

Bateu um teto — custo, passos, tokens ou chamadas. A recusa carrega o teto, o gasto e a estimativa da chamada que cruzou.

A investigação parou de progredir — três chamadas canonicamente diferentes à mesma ferramenta de leitura devolveram o mesmo resultado completo. A plataforma estaciona antes de comprar outro turno do modelo. O passo estacionado nomeia ferramenta, quantidade de chamadas, tamanho original, acertos de cache e digest do resultado. Retome depois de restringir a investigação ou conferir por que a fonte continua devolvendo a mesma evidência.

Falha do provedor — sobrecarga, limite de taxa, chave inválida. A causa aparece com o provedor e o código, e a tela Runtime mostra se está acontecendo com todo mundo.

Se toda execução mostra custo zero, quase sempre é tarifa não configurada para aquele modelo.

O preço de mercado que aparece na tela de Custo é referência, em dólar, e não entra na contabilidade. A contabilidade usa só a tarifa que a instalação configurou, na própria moeda. Sem ela, o honesto é zero.

E execuções antigas não são reprecificadas: o que foi gravado como zero continua zero.

Olhe o passo do Gate: ele nomeia a regra. Se for taint, procure acima o passo em que o agente leu algo de fora — é dali que veio a marca.

Provavelmente não ignorou. Instrução orienta o modelo, mas stopsWhen de uma etapa e as ferramentas no alcance são fontes separadas que o texto não altera. O editor avisa quando os dois se contradizem.

Abra os passos O modelo propôs e compare a composição do prompt. A trilha separa bytes de resultados enviados ao modelo dos bytes omitidos pela compactação, com atribuição por ferramenta. Escritas e buscas de memória equivalentes, além de chamadas cujo desfecho ficou desconhecido depois do reinício de um worker, são puladas pela identidade canônica. Leituras concluídas podem consultar novamente, mas três leituras consecutivas de uma ferramenta que produzam o mesmo resultado completo estacionam como investigation_stalled antes que o teto de dinheiro seja a única parada.

O que decide cada parada está em O que a plataforma para antes de acontecer e em Políticas.