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Empresas, áreas e papéis

Empresa e área dizem onde uma coisa vive. Um agente é publicado numa dupla empresa/área, e é ali que ele roda, gasta e é auditado.

Papel diz o que uma pessoa pode fazer. E papel nunca vale sozinho — ele é sempre concedido dentro de um escopo.

Um mesmo alguém pode ser autor em acme/plataforma e apenas aprovador em acme/financeiro. Isso não é exceção; é o desenho.

plataforma dentro de acme e plataforma dentro de default são áreas diferentes, apesar do nome igual.

Isso importa na hora de publicar: você escolhe a dupla, não só a área. Um agente publicado na dupla errada roda com as permissões de outro lugar.

PapelPara quê
AutorEscreve, ensaia e publica agentes
AprovadorDecide as chamadas que pararam
CuradorClassifica ferramentas e cuida da superfície
AdministradorTudo, no escopo da instalação

Não há herança e não há curinga: ler uma linha da tabela diz tudo que aquele papel pode fazer. Um autor não classifica ferramenta; um aprovador não publica agente.

Existe um escopo acima de todos: empresa * com área vazia. É o que alcança todas as empresas e áreas, inclusive as criadas amanhã.

Administrador concedido ali é o administrador da instalação — bootstrap, identidade, integrações, marca, tetos globais.

Administrador concedido numa empresa ou área comum continua escopado: ele pode tudo, mas só ali.

Criar pessoas, mudar grants e trocar senha local só funcionam com identity:write no escopo da instalação.

A razão é concreta: quem administra identidade pode conceder administrador a qualquer um, inclusive a si mesmo, em qualquer lugar. Se essa permissão valesse dentro de uma área, quem administrasse aquela área poderia cunhar administradores da instalação inteira — e teria feito isso a partir de um escopo que ninguém considera privilegiado.

Quando o login é por provedor externo, um grant pode vir de um grupo que ele afirma. Esses são rederivados a cada login.

Consequência prática: revogar esse grant na tela dura até a pessoa entrar de novo. O que precisa mudar é o grupo, no provedor. A tela de Pessoas marca a origem de cada grant — local, provider ou mixed — exatamente para essa distinção não ser descoberta na segunda-feira.

Autor em empresa/área-do-time. Ele escreve, ensaia e publica ali, e não alcança nada de outra área.

Aprovador na área. Vê as execuções e decide o que parou, e não consegue mudar a instrução para contornar a própria recusa.

Administrador no escopo da instalação — empresa *, área vazia. É um grant, não quatro papéis montados à mão.

Um time que também classifica as próprias ferramentas

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Autor e curador na mesma área. Classificar é julgamento sobre o que a ferramenta faz ao mundo, e é razoável ficar com quem conhece o domínio — desde que fique registrado que ficou.

O que cada estágio permite está em Rascunho, copiloto e autônomo.